Só se vê na China!

30 ago

A China é um país cheio de costumes, superstições, tradições, que nem sempre são compreendidos por nós, estrangeiros. Muitas vezes, quem vem a turismo, logo capta algumas singularidades deste povo milenar, enquanto outros que vêm morar no país conseguem entender estas características depois que elas passam a influenciar o seu cotidiano – seja de uma maneira boa ou ruim. E sempre tem aqueles que não conseguem entender de jeito nenhum o porquê de certos hábitos chineses. A verdade é que, para visitar ou morar na China, tem que vir de cabeça aberta e entender que haverá, invariavelmente, o famoso choque cultural. A China é um país fascinante, cheio de belas paisagens e pessoas simpáticas que sabem muito bem dar um jeitinho para tudo, como nós, brasileiros. Porém, muitos hábitos ao redor do país são considerados estranhos aos olhos dos ocidentais. Na verdade, MUITO estranhos.

No post de hoje, eu vou relatar através de fotos algumas situações engraçadas, curiosas, interessantes e até revoltantes em que me deparei durante este tempo vivendo do outro lado do mundo.

1. O número do azar:

4

Notaram alguma coisa diferente neste elevador? Ponto para quem reparou que não há andares com o número 4! Os chineses são muito supersticiosos, e o número 4 representa o azar. Na verdade, a superstição surgiu porque a pronúncia deste algarismo – “sì” – é muito semelhante à pronúncia da palavra “morte”. Por isso, muita gente evita qualquer coisa relacionada a ele, seja nos andares dos prédios, o valor da conta no restaurante, o dia de uma viagem… Aqui, o 4 é mal-visto!

2. O hábito do fumo na China:

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Já esta foto faz parte das experiências revoltantes. Desculpe aos fumantes, mas não tem coisa pior do que ter que conviver com pessoas fumando cigarros em lugares fechados! Infelizmente, isto é comum na China. Ainda é permitido fumar em muitos lugares como restaurantes, bares, e até hotéis. A China é o maior consumidor mundial e produtor de tabaco, e 350 milhões de pessoas fumam no país – a maioria, homens. Pensando nisso, alguns hotéis até já mudaram a sua estratégia para atrair mais clientes. Neste estabelecimento na cidade de Ningbo, ao sul de Xangai, os hóspedes podem fumar à vontade por todo o hotel… menos no 7o andar! O 7o é o ÚNICO andar para não-fumantes. Já imaginou?

3. No varal, roupas… e carnes!

varal_geral

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Este costume chinês faz cair o queixo de qualquer estrangeiro. Aqui, o povo tem a mania de colocar tudo na rua para secar. É comum olhar prédios altos com varais para fora cheios de roupas, lençóis, até edredons. Nas calçadas, também é fácil encontrar as mais variadas peças que estão ao alcance das mãos de qualquer um, inclusive roupas íntimas. Os chineses acreditam que tudo deve ficar do lado de fora para secar. Se secar dentro de casa, as bactérias não morrem. Com a poluição cada vez maior nas principais cidades chinesas, é difícil entender a lógica do povo. Mas o pior é que a tradição é tão forte que até comida vai parar no varal! Em um bairro na periferia de Xangai, eu me deparei com este fio preso em duas árvores cheio de carnes “secando” ao vento! Tem explicação?

4. Quitute para as grávidas

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Sim, esta foto é um pouco nojenta, mas – acredite ou não – faz parte de mais uma das várias tradições da culinária chinesa. Para quem ainda não conseguiu identificar, estes ovos rachados estão com os filhotes de galinha… cozidos! De acordo com os chineses, comer o pintinho quando ele está quase pronto para nascer é muito saudável, principalmente para mulheres grávidas! O petisco é vendido em mercados de rua, e muitos chineses afirmam já ter experimentado e que o gosto é bom!

5. Necessidades fisiológicas – faça onde for

xixi

Outro costume muito estranho: aqui, muitas roupinhas de crianças vêm com um buraco na parte de baixo, onde saem nossas necessidades fisiológicas, e muitos não usam fraldas. A ideia é que o bebê, apesar de ainda não saber pedir para ir ao banheiro, deve fazer suas necessidades aonde e quando for – geralmente na rua. Esta foto mostra um exemplo deste costume. A criança queria fazer xixi, e como não tinha banheiro por perto, a mãe resolve segurar o filho para ele urinar no cesto de lixo! Que tal?

6. Por favor, não cuspa!

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Esta foto é bizarra. Um dia, no metrô, prestei atenção no cartaz que mostra as normas de conduta dentro do transporte: não fumar, não jogar lixo no chão, não mendigar e… não cuspir! Sim, é importante advertir que os chineses não podem cuspir dentro do metrô, porque este é um costume muito comum no país. É impossível sair na rua e não escutar o barulho de alguém puxando lá do fundo aquele catarro e em seguida cuspir na rua. Muitos homens fazem isso, mas também muitas mulheres! O motivo recai na saúde. De acordo com um princípio da medicina chinesa, é necessário “botar para fora” tudo o que faz mal para o organismo, e isso deve ser feito imediatamente. Conversando com jovens chineses, eles contam que, atualmente, este costume não é bem-visto pela nova geração chinesa, e que aos poucos deve acabar. Porém, ele ainda é muito comum, e por isso é importante lembrar o povo que, em alguns lugares, como no metrô, é proibido cuspir!

Manias, costumes, tradições, qualquer povo tem. Este post não tem, de maneira alguma, o objetivo de diminuir ou criticar os hábitos chineses. Mas é curioso observar, na visão de um laowai – gringo, como eles chamam os estrangeiros – como diferenças culturais podem ser grandes de um país a outro, e como é interessante ver o povo chinês acostumado com estes hábitos em seu dia a dia. No fim, é tudo uma questão de ponto de vista. Para eles, pode ser comum. Para nós, nem tanto. De qualquer maneira, a China não é e não deve ser considerada um “bicho de sete cabeças”, e turistas não devem se preocupar em viajar pelo país e chegar cheios de receios. Principalmente nos dias de hoje, as cidades contam com muitas opções para estrangeiros e os chineses são um povo muito acolhedor, além de serem donos de uma cultura linda, forte, e de lugares incríveis por todos os cantos do país. Por isso, vale a pena a aventura e todas as descobertas culturais!

Você já passou pela China ou por outro país em que se deparou com hábitos bastante diferentes dos seus? Tem também histórias curiosas para contar? Divida com a gente neste post deixando o seu comentário! ;)

Texto e fotos: Barbara Chanin

Cenas do cotidiano

14 mai
Homenagem ao Dia das Mães 
Mesmo que a natureza não permita, o amor transcende para que eles também sintam a magia de carregar um filho no ventre. Homenagem ao Dia das Mães – Exposição “Ode ao pai” do fotógrafo holandês Kees Spruijt reúne 23 fotos de pais entre 25 e 54 anos posando “grávidos”. - em Kusthal Rotterdam
Vida tranquila espelhada nos canais de Leiden, na Holanda.
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Banho de sol a -15 graus em São Petersburgo, Rússia.
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A curiosidade para descobrir o que tem do outro lado do muro! – em Berlim
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Texto e fotos: Flávia Waltrick

A arte das porcelanas de Delft

14 mai
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Motivos diversos compõe a galeria de peças Delft Blauw

Quem já esteve na Holanda certamente viu milhares de peças de porcelanas brancas pintadas de azul, desde os tradicionais tamanquinhos holandeses até saleiros em formato fálico. Em qualquer esquina encontra-se uma loja de souvenir repleta destas porcelanas chamadas “Delft Blauw”, em homenagem à cidade de origem.

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Artesão pintando uma peça em sua loja de souvenir

O que pouca gente sabe é que a maioria é, ironicamente, made in China. O motivo é simples: globalização e preço mais em conta para atrair os turistas. Obviamente, não são originais. As verdadeiras porcelanas holandesas são fabricadas em Delft, cidade que fica a 64 quilômetros de Amsterdã.  Todas as peças são pintadas a mão, o que faz o preço ser bem mais salgado. Enquanto uma réplica de um tamanco é vendida a pouco menos de 5 euros, o verdadeiro custa a “bagatela” de 45 euros. É o preço da originalidade!

A cerâmica vitrificada azul e branca de Delft foi introduzida na Holanda pelos ceramistas italianos no século XVI. Cem anos mais tarde, mercadores começaram a trazer do Oriente amostras das delicadas  porcelanas chinesas. Pouco tempo depois, por volta de 1650, os ceramistas da região passaram a adotar o modelo chinês em todo tipo de peça ilustrando passagens bíblicas e o cotidiano daqueles anos.

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Sequência do processo de queima da cerâmica

Naquela época, a porcelana prosperava no país e Delft contava com 32 fábricas de cerâmica. Hoje, sobrou apenas uma para contar a história: The Koninklijke Porceleyne Fles, onde é possível conhecer mais sobre o processo de fabricação e visitar um pequeno museu com peças especiais como os pratos comemorativos aos casamentos e batizados reais e uma réplica em tamanho real da obra “A ronda noturna” do famoso pintor holandês Rembrandt. E claro, ao final do tour você pode  adquirir um souvenir originalíssimo, que vem até garantia e selo de qualidade!

Mas quem não quiser se dar ao trabalho de ir até a fábrica apenas para comprar um legítimo Delft Blauw, a opção é percorrer as lojinhas autorizadas na praça central da cidade.

Texto e fotos: Flávia Waltrick

Sustentabilidade rock and roll!

11 mar

Uma coisa bacana é juntar rock ‘n’ roll e consciência ecológica, não é? No show do Coldplay em Den Haag, na Holanda, a moçada uniu o útil ao agradável no chamado “Clean Up Point”.

A cada 10 copos recolhidos a pessoa ganhava uma ficha para trocar por outra bebida que poderia ser cerveja, água ou refri. Atitude sustentável em meio a muita música boa que, de quebra, ainda economizava uns trocados garantindo mais um gole de graça.  Pensa só: cerveja em troca de um mutirão da limpeza?! O que não faltou foi gente catando copinho no chão!

E se essa moda pega no Brasil?! Olha aí, Comissão Organizadora da Copa! Alô Comitê Olímpico Brasileiro! Pessoal da produção de eventos!! O meio ambiente (e o nosso bolso) agradecem!!

Texto e fotos: Flávia Waltrick

Um novo ano começa na China!

19 fev
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Yuyuan Garden, ponto turístico de Xangai, com enfeites e iluminação especiais para as celebrações do Ano Novo Chinês

A comemoração de Ano Novo dos chineses é um pouco diferente da que acontece no Brasil. Pra começar, eles não festejam a virada em 31 de dezembro. A data varia de acordo com o calendário lunar e, geralmente, cai entre o final de janeiro e início de fevereiro. O Festival da Primavera, como é conhecido, é o feriado mais importante da China e dura 15 dias. Em 2013, o novo ano dos chineses começou em 10 de fevereiro.

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Crianças e adultos vestem roupas vermelhas, a cor favorita dos chineses

O que destaca o Ano Novo Chinês é o uso em abundância da cor vermelha, e muitos, mas muitos fogos de artifício! Mesmo com os altos índices de poluição do ar, os chineses não medem esforços para estourar fogos durante todos os dias deste período. Já o vermelho é considerado uma cor especial. Supersticiosos, eles acreditam que o vermelho traz paz, segurança, alegria e riqueza, e por isso é usado nas ruas, nas fachadas das lojas, nas portas das casas e na própria vestimenta das pessoas.

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O rio Huangpu divide Xangai nas regiões Puxi e Pudong. Na foto, vista de Pudong

Xangai, com cerca de 20 milhões de habitantes, vira praticamente uma “cidade-fantasma”, já que muitos dos que moram ali são originalmente de outras regiões e, nesta época, voltam para casa para ficar com a família. Quem permanece são os xangaineses e turistas, que vivenciam uma rotina diferente da cidade geralmente barulhenta e agitada.

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Muitos enfeites vermelhos por toda a cidade para marcar a virada do ano

Um dos lugares onde a celebração é mais representativa é no Yuyuan Garden, um dos jardins mais famosos da China da época da Dinastia Ming. Localizado na cidade velha, ele se conecta ao Templo Cidade de Deus e abriga um mercado com comidas e produtos típicos chineses. Durante o Festival da Primavera, o lugar fica repleto de enfeites vermelhos e símbolos culturais do país.

Cada novo ano na China é representado por um dos 12 animais do zodíaco chinês. Desta vez, a virada deu lugar à serpente, que está associada à sabedoria e beleza. Ao contrário do que se imagina, os chineses acreditam que o animal traz boa sorte, além de fortuna e inteligência. Por isso, só energias positivas neste ano da serpente!

Texto e fotos: Barbara Chanin

Folia na Holanda!

15 fev
Folia até debaixo de neve

Folia até debaixo de neve

A festa acontece em Maastricht, no sul do país e dura três dias (de domingo a terça), sendo o sábado “o esquenta”. A  cidade é conhecida por ser a capital holandesa do Carnaval e chega a atrair turistas dos países vizinhos, como Alemanha e Bélgica.

A folia é, sem dúvida, completamente diferente do Carnaval brasileiro, mas conta com desfiles, carros alegóricos, bloquinhos, shows, muitas fantasias e o principal, foliões dispostos a cair na farra (a que eles estão habituados, claro! Afinal de contas cada um se diverte como pode!).

Pensa bem se não é animação? Enfrentar um frio de zero grau na rua, fantasiado? Por isso, alguns apetrechos são indispensáveis. Nada de colar havaiano, Carnaval na Holanda exige cachecol, luvas e gorro! E quando o frio aperta, você termina a folia do dia num pub ao som de música tradicional holandesa e, como sempre, regado a muita cerveja!

Confira aqui um pouquinho do evento!

Texto: Flávia Waltrick / Vídeo: Flávia Waltrick e Barbara Chanin

Torta holandesa: está servido?!

6 fev

Aí você chega na Holanda e, salivando, pensa: “Vou comer a legítima torta holandesa”! Não se assuste se te servirem uma bela e farta fatia de torta de maçã com chantilly. É, eu também fico me perguntando por que cargas aquela torta com creme e biscoito chama-se “torta holandesa”  se a tradicional é a appeltaart, recheada de maçã, passas e canela?!

Analisando friamente os fatos você percebe que uma receita que leva biscoito maria e calipso não pode mesmo ser originalmente holandesa. Segundo consta, essa torta é legitimamente brasileira, nascida em Campinas, interior de São Paulo, no início dos anos 1990. A criadora da sobremesa, a doceira Sílvia Leite, batizou-a com este nome inspirada nos anos em que morou na Europa.

O intuito desse post não é desmerecer nenhuma das receitas – já que ambas são deliciosas – mas esclarecer a confusão para o turista desavisado que estiver aguado para experimentar a iguaria original!

A legítima appeltaart é um orgulho para os holandeses e a receita tem passado de geração a geração. O primeiro registro da torta foi encontrado no livro de receitas “Boecxken van Cokeryen”, datado de 1514. Dizem também que há um quadro holandês de 1626 onde a torta foi pintada. Com o passar dos anos, os holandeses souberam aprimorá-la e hoje ela é servida com uma porção generosa de slagroom (chantilly).

Ficou com vontade? Então aí estão as receitas:

Appeltaart 

appeltaart

Appeltaart com slagroom vai bem com um cafezinho

Ingredientes

Massa:

300gr farinha com fermento

1 ovo

175 gramas de manteiga

150 gramas de açúcar

1 colher de chá de sal

Recheio:

1 kg de maçãs (melhores opções são a gala ou fuji)

50 gramas de açúcar

100 gramas de uva passa

2,5 colheres de chá de canela em pó

suco de meio limão siciliano

Modo de Preparo

Prévio:

Aqueça o forno a 175 graus Celsius. Unte com manteiga uma forma de aro removível.

Recheio:

Deixe as passas de molho em água quente por 5 minutos e escorra. Descasque e pique as maçãs em pedaços pequenos. Misture com o açúcar, as passas, a canela, o suco de limão. Deixe descansar enquanto prepara a massa.

Massa: Numa tigela pequena bata o ovo com um garfo ou fouet. Pique a manteiga em pequenos quadrados. Misture com as mãos a farinha, o açúcar, a manteiga, o sal e 2/3 do ovo numa tigela grande até formar uma bola. Obs: A massa ficou um pouco grudenta. Eu trabalhei com ela assim mesmo. Se preferir creio que possa adicionar um pouco mais de farinha.

Montagem:

Espalhe 3/4 da massa no fundo e laterais da forma. Coloque o recheio sobre a massa. Abra o 1/4 da massa com um rolo e corte em tiras ou faça tirinhas enrolando pedaços da massa com as mãos e disponha sobre a massa fazendo um xadrez. (cerca de 4 tiras num sentido, 4 no outro). Pincele com o 1/3 do ovo reservado. Leve ao forno por cerca de 1 hora e 15 minutos. Retire do forno e deixe a torta esfriar na forma. Após frio, desenforme.

Receita retirada do Blog da Leili.

Torta Holandesa (do Brasil)

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Torta holandesa combina com sorvete de creme

Ingredientes

Base:

1 pacote de biscoito tipo maisena ou leite

100g de manteiga

Recheio:

½ xícara (chá) de cream cheese

3 colheres (sopa) de açúcar

300g de chocolate branco

1 ½ xícara (chá) de creme de leite sem soro

1 colher (chá) de essência de baunilha

1 pacote de gelatina incolor (12g)

3 claras em neve

1 pacote de bolacha com cobertura de chocolate

Cobertura:

200g de chocolate meio amargo

1 xícara (chá) de creme de leite

30 min (+ 5 horas de geladeira)

Modo de preparo

Base: triture o biscoito e misture-o com a manteiga amolecida. Em seguida, forre uma assadeira de fundo removível com a massa obtida.

Recheio: bata o cream cheese com açúcar na batedeira ou na mão até obter um creme fofo. Reserve. Derreta o chocolate branco em banho-maria ou no microondas e adicione o creme de leite. Acrescente a essência de baunilha, a gelatina (hidrate antes), o cream cheese com açúcar e, por fim, incorpore as claras em neve delicadamente à mistura. Arrume as bolachas com cobertura de chocolate na borda da assadeira e adicione o creme no meio. Leve à geladeira por aproximadamente 4 horas ou até endurecer.

Cobertura: derreta o chocolate em banho Maria ou no microondas e adicione o creme de leite. Quando estiver em temperatura ambiente, retire da geladeira a torta e acrescente o chocolate meio amargo derretido por cima. Leve novamente a geladeira até endurecer.

Receita do Edu Guedes!

Texto: Flávia Waltrick

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